OSF · O Raio-X

O Raio-X

A operação medida por dentro, em uma semana

O sistema entra na operação como ela é, acompanha o funcionamento normal por alguns dias e devolve o retrato: quem parou de comprar, quanto tempo a equipe leva para responder e onde a venda se perde.

Por que medir primeiro

Recomendação sem número é opinião

A empresa já ouviu diagnóstico antes. Quase sempre no mesmo formato: entrevistas, uma apresentação e um plano construído sobre o que foi dito nas reuniões, não sobre o que acontece na operação.

O que a equipe relata em reunião é o processo ideal, não o que ocorre na conversa com o cliente.
O tempo de resposta informado é sempre menor que o tempo medido.
Ninguém sabe de cabeça quantos clientes pararam de comprar no último trimestre.
O plano construído sobre suposição envelhece antes de ser executado.
A OSF inverte a ordem: primeiro mede a operação em funcionamento, depois propõe.

Por que a tentativa anterior falhou

CRM abandonado é problema de método, não de equipe

A ferramenta precedeu o processo. Sem a rotina desenhada antes, o sistema registra a desorganização existente.
A equipe interpretou o sistema como fiscalização. Quando o preenchimento não gera benefício percebido, o abandono é inevitável.
O volume de informação exigido inviabilizou o hábito. Campos obrigatórios em excesso eliminam a adesão.
O sistema ficou fora do ambiente real de trabalho. Exigir uma segunda tela a cada interação garante a não utilização.
No Raio-X nada disso é exigido da equipe. A conversa que já acontece vira registro sozinha, e a medição ocorre sem pedir preenchimento a ninguém.

O método

Três semanas, com o primeiro resultado na primeira

A condução é integralmente da OSF. A diretoria participa de quatro conversas, e a equipe não muda de rotina durante a medição.

Dia 1

Instalação da medição

Base de clientes importada, sistema no ar e atendimento conectado. A equipe continua trabalhando no mesmo lugar em que já trabalha.

Dias 2 a 7

Operação medida

A operação segue normalmente. O sistema acompanha conversas, negociações e carteira sem exigir preenchimento.

Dia 8

Devolutiva com os seus números

Apresentação do retrato à diretoria, com a lista nominal dos clientes inativos, o valor parado apurado e os três pontos de maior perda.

Semana 2

Desenho da operação

Etapas da venda com critério objetivo, regra por origem de contato, motivos de perda e o que cada nível decide sem consultar a diretoria.

Semana 3

Rotina instalada

Capacitação da diretoria e da gestão na leitura dos números, reunião semanal conduzida uma vez pela OSF e material da equipe entregue à gestão.

Encerramento

Operação registrada e sua

Processo documentado, sistema em funcionamento com a base dentro e rotina em pé. Tudo exportável, sem fidelidade.

A capacitação

Quem é treinado é a gestão, não a equipe de vendas

É uma escolha deliberada, e ela tem duas razões práticas.

O processo precisa ficar na empresa. Quando o método vive na cabeça de quem foi treinado, ele sai pela porta junto com a pessoa. Registrado no sistema e em procedimento assinado, permanece.
Quem treina a equipe passa a ser procurado por ela. A dúvida da terça-feira iria para a OSF em vez de ir para o gerente, e a hierarquia recém-desenhada se desfaz na primeira semana.
O material da equipe é produzido pela OSF e entregue pela gestão: roteiro de atendimento, procedimento assinado e banco de objeções.

Garantia de achado

Se o valor parado não superar o do trabalho, ele não é cobrado

O que é apurado

O valor parado é a soma de duas parcelas: o que os clientes inativos já compraram nos últimos doze meses, e o que está parado em negociação em aberto sem movimentação há mais de trinta dias.

Entregas

O que permanece com a empresa

Retrato da operação, com os números apurados e a lista nominal dos clientes inativos.
Processo comercial documentado, com etapas, critérios objetivos e motivos de perda.
Matriz de decisão: o que a equipe decide, o que a gestão decide e o que fica reservado à diretoria.
Sistema em funcionamento, com a base importada e o atendimento conectado.
Roteiro de atendimento, procedimento assinado e banco de objeções, entregues à gestão.
Rotina semanal instalada, com a primeira reunião conduzida pela OSF.

Esclarecimentos

Perguntas frequentes

O que exatamente é medido, e quem tem acesso a isso?

São medidos os contatos e conversas do atendimento comercial conectado, as negociações e a base de clientes importada. O acesso é da empresa e da OSF. A base é de propriedade da empresa, exportável integralmente a qualquer momento, e o tratamento dos dados é formalizado em contrato antes de qualquer importação.

A equipe precisa mudar a forma de trabalhar durante a medição?

Não, e isso é condição do método. Medir uma operação alterada mede a alteração, não a operação. A equipe continua atendendo onde já atende, e o registro acontece sozinho.

E se a empresa não tiver base organizada?

Planilha serve, exportação de sistema antigo serve, caderno digitalizado serve. O que não serve é não existir registro de quem comprou e quanto, e nesse caso a garantia não se aplica. Essa verificação é feita na conversa inicial, antes de qualquer contratação.

Quanto tempo a diretoria precisa dedicar?

Quatro conversas ao longo de três semanas: a conversa inicial, a devolutiva do retrato, o desenho da operação e a instalação da rotina. Fora isso, a condução é da OSF.

Qual a diferença em relação a uma consultoria?

Consultoria entrega diagnóstico e recomendação, e a execução permanece com o cliente. O Raio-X termina com o processo instalado e a operação registrada em sistema, e a diferença é verificável no dia seguinte ao encerramento.

É obrigatório continuar com a OSF depois?

Não. Processo, sistema, base e material permanecem com a empresa, sem fidelidade. A continuidade existe para quem quiser que a OSF siga operando a gestão, e é contratada à parte.

Continuar

Ver o sistema