Dia 1
Instalação da medição
Base de clientes importada, sistema no ar e atendimento conectado. A equipe continua trabalhando no mesmo lugar em que já trabalha.
OSF · O Raio-X
O Raio-X
O sistema entra na operação como ela é, acompanha o funcionamento normal por alguns dias e devolve o retrato: quem parou de comprar, quanto tempo a equipe leva para responder e onde a venda se perde.
Por que medir primeiro
A empresa já ouviu diagnóstico antes. Quase sempre no mesmo formato: entrevistas, uma apresentação e um plano construído sobre o que foi dito nas reuniões, não sobre o que acontece na operação.
Por que a tentativa anterior falhou
O método
A condução é integralmente da OSF. A diretoria participa de quatro conversas, e a equipe não muda de rotina durante a medição.
Dia 1
Base de clientes importada, sistema no ar e atendimento conectado. A equipe continua trabalhando no mesmo lugar em que já trabalha.
Dias 2 a 7
A operação segue normalmente. O sistema acompanha conversas, negociações e carteira sem exigir preenchimento.
Dia 8
Apresentação do retrato à diretoria, com a lista nominal dos clientes inativos, o valor parado apurado e os três pontos de maior perda.
Semana 2
Etapas da venda com critério objetivo, regra por origem de contato, motivos de perda e o que cada nível decide sem consultar a diretoria.
Semana 3
Capacitação da diretoria e da gestão na leitura dos números, reunião semanal conduzida uma vez pela OSF e material da equipe entregue à gestão.
Encerramento
Processo documentado, sistema em funcionamento com a base dentro e rotina em pé. Tudo exportável, sem fidelidade.
A capacitação
É uma escolha deliberada, e ela tem duas razões práticas.
Garantia de achado
O valor parado é a soma de duas parcelas: o que os clientes inativos já compraram nos últimos doze meses, e o que está parado em negociação em aberto sem movimentação há mais de trinta dias.
Entregas
Esclarecimentos
São medidos os contatos e conversas do atendimento comercial conectado, as negociações e a base de clientes importada. O acesso é da empresa e da OSF. A base é de propriedade da empresa, exportável integralmente a qualquer momento, e o tratamento dos dados é formalizado em contrato antes de qualquer importação.
Não, e isso é condição do método. Medir uma operação alterada mede a alteração, não a operação. A equipe continua atendendo onde já atende, e o registro acontece sozinho.
Planilha serve, exportação de sistema antigo serve, caderno digitalizado serve. O que não serve é não existir registro de quem comprou e quanto, e nesse caso a garantia não se aplica. Essa verificação é feita na conversa inicial, antes de qualquer contratação.
Quatro conversas ao longo de três semanas: a conversa inicial, a devolutiva do retrato, o desenho da operação e a instalação da rotina. Fora isso, a condução é da OSF.
Consultoria entrega diagnóstico e recomendação, e a execução permanece com o cliente. O Raio-X termina com o processo instalado e a operação registrada em sistema, e a diferença é verificável no dia seguinte ao encerramento.
Não. Processo, sistema, base e material permanecem com a empresa, sem fidelidade. A continuidade existe para quem quiser que a OSF siga operando a gestão, e é contratada à parte.